Procon alerta que cobrar ‘consumação mínima’ nas praias é ilegal 

O Procon de São Sebastião emitiu um alerta importante nesta quarta-feira (14), a respeito da exigência de consumação mínima em bares, restaurantes e casas noturnas. O órgão informou que a prática é ilegal e não deve ser aceita pelo cliente. Além disso, é considerada abusiva pelo Código de Defesa do Consumidor (Art. 39), já que configura “vantagem manifestamente excessiva”.

O objetivo da ação é proteger o bolso de moradores e visitantes contra armadilhas comuns da alta temporada, garantindo que o consumidor pague apenas pelo que efetivamente consumiu.

Siga o canal “Nova Imprensa” no WhatsApp e fique por dentro das notícias do Litoral Norte: https://whatsapp.com/channel/0029Vb3aWJl29759dfBaD40Y

procon

O órgão chamou atenção especial para uma situação recorrente nas praias, a cobrança pelo uso de cadeiras e guarda-sóis. Em São Sebastião, pela lei federal, é proibido condicionar o uso da cadeira ao consumo de petiscos ou bebidas, a famosa consumação mínima. Concomitantemente, pela lei municipal, a locação de cadeiras e mesas por ambulantes é proibida na cidade, diferente de outros destinos do país.

Ou seja, o comerciante não pode cobrar aluguel pelo kit de praia e nem obrigar o cliente a consumir um valor para sentar-se.

Elbio Rodrigues, diretor do Procon Municipal, orienta que a fiscalização é permanente, mas a denúncia do cidadão é a principal arma. Se o estabelecimento insistir na cobrança ou constranger o cliente, a orientação é chamar a polícia na hora. Para casos de flagrante e conflito imediato, basta ligar 190 (Polícia Militar) ou 153 (Polícia Municipal).

A Prefeitura reforça que o objetivo não é apenas punir, mas garantir relações de consumo transparentes e justas, essenciais para a imagem turística de São Sebastião.

bbw with huge knockers gets her pussy worked.weneedporn.online
olalaporno.com shemale destroys her man.

Sobre Redação Nova Imprensa

As principais noticias do litoral Norte de São Paulo | Caraguatatuba, São Sebastião, Ilhabela e Ubatuba.

Ver todas as publicações de Redação Nova Imprensa →

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *