TCE julga irregular “hospital de campanha” de Boiçucanga

A estrutura, que nunca foi utilizada, teve pagamentos que somaram R$ 727 mil, por menos de três meses de instalação; Decisão saiu no mesmo dia da operação Mar Revolto, que investiga corrupção na Saúde

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Hospitais de campanha foram pagos, mas nunca abrigaram pacientes na pandemia (Foto: Helton Romano/ NI)
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No mesmo dia em que foi realizada uma operação que apura desvio de dinheiro da pandemia em São Sebastião, nesta terça-feira (31), um dos contratos investigados foi julgado irregular pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). É o que trata da montagem e locação de estrutura para hospital de campanha em Boiçucanga.

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Tenda e divisórias permaneceram instaladas por menos de três meses. Os pagamentos somaram R$ 727 mil.

Desde o início da pandemia, os relatórios da fiscalização do TCE na cidade apontaram “elevados gastos realizados com hospitais fechados e inutilizados, que denotam falta de estudos e de planejamento”.

A estrutura, inicialmente, foi montada na orla da praia. Uma semana depois, a Prefeitura percebeu que o local não era adequado. O avanço da maré derrubou um poste e invadiu a tenda, que já tinha até divisórias montadas.

O “hospital” teve que ser transferido para um terreno particular no mesmo bairro. Em entrevistas à imprensa e nas suas lives, o prefeito Felipe Augusto dizia que haviam 96 leitos.

A farsa foi desvendada quando a reportagem entrou no local, no dia 12 de maio do ano passado. Fotos e vídeo mostraram que não havia leito nenhum, nem equipamentos ou mobiliário sob as tendas. A repercussão fez com que vereadores também fossem ao local verificar a situação. No dia seguinte foi a vez de policiais civis realizarem uma vistoria.

Reportagem descobriu que não havia nenhum leito no local (Foto: Helton Romano/ NI)

A Prefeitura se aproveitou da calamidade pública para contratar o serviço sem licitação. Fez apenas uma cotação de preços com três empresas.

Na época, a reportagem destacou que as estruturas, de Boiçucanga e do Tebar Praia Clube, foram instaladas antes mesmo de serem finalizados os processos de contratação. Isso também chamou a atenção do Tribunal de Contas, e foi apontado no julgamento desta terça-feira.

A empresa contratada foi a JLF, da cidade de Caçapava. Endereços ligados à empresa também foram alvos de busca e apreensão na operação Mar Revolto.

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