preocupa não o grito dos maus, mas o silêncio dos bons

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preocupa não o grito dos maus, mas o silêncio dos bons

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Na hora agora desse pesadelo que parece não ter fim, se especula se vai haver ou não golpe. Mas essa é uma questão extemporânea porque golpe, já houve e faz tempo. Os poderes institucionais que poderiam o ter evitado, o legislativo e o judiciário e a própria imprensa como quarto poder, foram negligentes e consentiram que fosse perpetrado.
O resultado que alguns arautos do apocalipse anteviram se materializou na destruição do meio ambiente, da saúde, da educação, da cultura, da ciência, da economia, dos direitos humanos, dos diretos trabalhistas, dos direitos dos indígenas, do respeito às diferenças, da diplomacia, da segurança pública; todas essas destruições agravadas e potencializadas por destruição muito maior e odienta: a de vidas, quase seiscentas mil ceifadas pelo coronavírus com a anuência de uma política de saúde pública negacionista.
A destituição da impopular Dilma Rousseff da presidência sem justificado embasamento jurídico e político abriu caminho largo para a tomada do poder pela ultra direita revanchista e reacionária que logrou em tempo recorde esfrangalhar as conquistas políticas, sociais, econômicas, ambientais e diplomáticas após a ditadura militar do país o entronizando não como Brasil pátria amada Brasil do slogan açucarado e bajulador desse tempo sórdido da nova política que, literalmente, poderá nos deixar nas trevas, – sem luz por causa do apagão da energia, mas sim como o Brasil pária odiado Brasil no mundo inteiro.

précis de décomposition/ pintura/ Márcio Pannunzio

Bolsonaro, visto humoristicamente como o tiozão do pavê ou o machão sincero, jamais deveria ter tido a sua periculosidade subestimada. Ela hoje assegura que a sua obra de arrasamento do país é um completo sucesso; a sua promessa de destruir, criando, não bem-estar, mas terra arruinada pelo sal grosso da perversidade tal qual o que fartamente esparramaram os algozes da Inconfidência Mineira na casa de Tiradentes depois de a queimarem, se concretizou muito antes do final do seu mandato. E ele agora segue integralmente devotado a sua campanha de reeleição fazendo “motociatas”: deploráveis desfiles de brutamontes homúnculos em motocicletas querendo posarem de cruzados em defesa da liberdade de agredirem e destruírem a liberdade que bravateiam defender, acelerando sua estupidez e atrocidade pelas avenidas das periferias mais obscuras e enfermiças do Brasil.

Há muito foi enterrada e olvidada a bandeira da “Marielle presente”. Ela foi sufocada pela bandeira sanguinária do “Ustra vive”.

desastres da guerra/ gravura/ calcografia em cobre/ buril e ponta seca/ Márcio Pannunzio

É preciso, todavia, reconhecer, que todo esse retrocesso de construção sadia de país não foi trabalho solitário desse “messias” adulado pelos setores retrógrados e ignóbeis do empresariado, da imprensa, da igreja, da política; pois esses mais de cinquenta e sete milhões de eleitores que encastelaram esse personagem rufião que a imprensa séria desmascarou como ladrão de salário de assessor e nota de gasolina e terrorista na cadeira presidencial, encastelaram no poder também, toda uma extensa e abjeta casta de políticos a comandarem as câmaras municipais, as estaduais e a federal, o senado e governos municipais e estaduais pelo Brasil todo. E então eles juntos somam forças para passar a morfética boiada do atraso civilizatório que causará enorme prejuízo a tantos em nome da fortuna desavergonhada de uns tão poucos reiterando nossa infame história de desigualdade, ignorância, racismo, violência, injustiça e desumanidade.

pandemônio/ mosaico de fotografias/ Márcio Pannunzio

Na hora agora em que tanta gente se inquieta e se amedronta com a infernal berraria dos fanáticos bolsonaristas que pretendem sequestrar as ruas no sete de setembro, ela deveria, na verdade e a bem dela, preocupar-se com a maioria que silencia.

O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons. Frase antológica atribuída a Martin Luther King.

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Márcio Pannunzio, que reside em Ilhabela desde 1989, é artista plástico, fotógrafo, ilustrador, cartunista e jornalista. Seu trabalho de artista gráfico correu mundo e conquistou doze prêmios internacionais, entre eles, na XYLON 12 – International Triennial Exhibition of Artistic Relief Printing ( Suíça ), na Biennale Internationale d’Estampe Contemporaine de Trois-Rivières, Première Édition ( Canadá ), no 3º Concurso Internacional de Minigrabado “Ciudad de Ourense” ( Espanha ), na BIMPE V – The Fifth International Biennial Miniature Print Exhibition ( Canadá ), na 1st International Small Engraving Salon Inter – Grabado 2005 ( Uruguai ). No Brasil foi premiado em trinta e nove ocasiões entre elas: no 10º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no 50º Salão Paranaense, na 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba, no 3º Salão Victor Meirelles, no 2º Salão SESC de Gravura, no 26º Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional – Contemporâneo, no 7º e no 3º Salão UNAMA de Pequenos Formatos, na VIII e na VII Bienal do Recôncavo, na II Bienal da Gravura, na 4ª e na 2ª Bienal de Gravura de Santo André, na 5ª e na 3ª Bienal Nacional de Gravura Olho Latino. Foi bolsista da Fundação Vitae em 2002 e figurou entre os vencedores dos editais ProAc de Artes Visuais de 2008, 2010 e 2011. Realizou trinta e uma individuais, cinco delas no exterior. Pratica a fotografia de rua e investe também no fotojornalismo. É colaborador exclusivo da Istockphoto da Getty Images e parceiro da agência de fotojornalismo Foto Arena. Como jornalista colaborou como articulista na primeira versão do Jornal da Ilha, na Folha da Cidade, na revista por dentro do Baepi. Assina a coluna de opinião foto em foco no Nova Imprensa desde 2016.

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