Tamanduá-mirim é resgatado em casa no bairro Tinga

Em função de seus hábitos noturnos, dificilmente o animal é visto de dia

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Um tamanduá-mirim foi resgatado no domingo (20) em uma residência no bairro do Tinga, região central de Caraguatatuba, pela Polícia Militar Ambiental Terrestre.

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A moradora entrou em contato com a equipe, informando que o animal silvestre estava em seu telhado. Foi constatado que se tratava de um tamanduá-mirim (tamandua tetradactyla), espécie nativa da Mata Atlântica.

A Polícia Ambiental o capturou utilizando-se das técnicas e equipamentos de contenção e manejo de animais silvestres e após exames concluiu que estava em boas condições físicas, sendo solto em seu habitat natural.

Veja como foi

A equipe deu  à moradora e populares presentes orientações sobre “educação ambiental: trato, legislação pertinente, correta destinação e soltura de animais silvestres.

De acordo com a Polícia Militar Ambiental, este animal é também frequentemente ameaçado por outras ações do homem, direta ou indiretamente, como os atropelamentos em rodovias próximas ao seu ambiente natural e ao frequente ataque de cães domesticados.

O grande problema é que, em função de seus baixos níveis metabólicos, o tamanduá-mirim tem logos períodos de gestação que duram cerca de 130 a 150 dias e um número reduzidos de crias, daí a preocupação constante com o seu bem estar.

Os tamanduás-mirins comem formigas e cupins que são localizados pelo seu odor. O focinho comprido do tamanduá, além de servir para alcançar seu alimento nos mais profundos buracos, também serve para farejá-lo. Eles também gostam de mel e das próprias abelhas.

Em função de seus hábitos noturnos, dificilmente é visto de dia. São indivíduos essencialmente solitários que só encontram um par na época do acasalamento.

Aparições de animais silvestres podem ser informadas pelo telefone (12)3886-2200.

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