Trecho da SP-55 em São Sebastião volta a funcionar em Pare e Siga

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A situação foi de grande risco na época do acidente (Foto: André Santos/ PMSS)

Após um grande deslizamento de rochas e terra em maio deste ano, que bloqueou a rodovia SP-55, na altura da Enseada em São Sebastião, o trecho volta a funcionar em sistema Pare e Siga, a partir desta quarta-feira (14).

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Equipes do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) intensificaram nesta semana as obras para implantar proteção no talude e remoção dos materiais depositados no acostamento do Km 118,7. Para isso, agentes do DER organizaram o esquema de bloqueio intermitente das 9h às 17h, de segunda a sexta-feira. O trabalho deve se estender por duas semanas.

Serão ao todo dois pontos de controle de acesso com sinalização e agentes da Unidade Básica de Atendimento (UBA’s) nos quilômetros: Km 118,9 e Km 118,6. O DER trabalha pede que os motoristas estejam atentos à sinalização e obedeçam aos limites de velocidade, que passa a ser de 30 Km/h.

O acidente

O tráfego entre a costa norte e região central de São Sebastião ficou interrompido durante pelo menos três dias após o deslizameno causado pelas chuvas no dia 15 de maio. Na ocasião, a prefeitura teve que disponibilizar embarcações para fazer o transporte da população entre a Cigarras e o Centro da cidade.

A decisão da interdição foi tomada em conjunto com agentes do Instituto Geológico e da Defesa Civil do Estado de São Paulo como ação preventiva por risco iminente de novos deslizamentos. Pelo menos seis rochas de grande porte (cerca de 10 toneladas) rolaram do morro para a estrada e tiveram que ser removidas. Após a administração municipal operar no gerenciamento da crise, o DER assumiu as obras por se tratar de rodovia estadual.

As fortes chuvas ainda provocaram ocorrências em vários bairros, deixando desabrigados em Maresias, Barequeçaba e Topolândia, como queda de árvores, barreiras e poste de energia em toda extensão do município. A região sul de Ilhabela também sofre um grande desmoronamento, no bairro do Piúva, e a população chegou a ficar totalmente isolada por uma semana. As obras de contenção seguem até hoje no local. Também foi disponibilizado transporte marítimo pela prefeitura na época.

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