Dois municípios do Litoral Norte de São Paulo foram destaque na cerimônia do 2º Prêmio Amvale de Gestão Responsável, realizada na noite de quinta-feira (27/11), em Tremembé (SP). São Sebastião e Ilhabela conquistaram troféus por iniciativas voltadas à sustentabilidade, turismo e educação pública.
A premiação avaliou 232 iniciativas de 34 cidades da região, selecionando projetos alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).
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Destaques de São Sebastião

A prefeitura de São Sebastião saiu do evento com dois prêmios e três indicações finalistas. O município tornou-se bicampeão na categoria Turismo com o ‘Programa de Avistamento Responsável de Baleias e Outros Cetáceos’. A iniciativa regula e incentiva o turismo de observação marinha com foco na preservação ambiental.
Na área de Educação, a cidade venceu com o projeto ‘Sabores que Nutrem’. O programa consiste na compra de alimentos diretamente de agricultores familiares locais para abastecer a merenda da rede municipal, gerando renda para o produtor rural e garantindo alimentação saudável nas escolas.
O prefeito Reinaldinho Moreira, presente no evento, afirmou que os prêmios refletem o foco da gestão em políticas de desenvolvimento sustentável. A cidade ainda foi finalista com projetos do Viveiro Municipal e ações do Fundo Social, como o ‘Leite Presente’.
Educação premiada em Ilhabela

Ilhabela conquistou o primeiro lugar na categoria Educação e Qualidade. O município superou projetos de cidades como Taubaté e Caçapava com a iniciativa ‘Agenda 2030 e os ODS – Construindo um futuro sustentável’.
O projeto foi aplicado para mais de 2 mil alunos da Educação Infantil (de 0 a 5 anos). De acordo com a Secretaria de Educação, as atividades adaptaram conceitos complexos da ONU, como preservação e responsabilidade social, para uma linguagem lúdica acessível às crianças.
Carol Bernardes, coordenadora técnica da Educação Infantil e idealizadora do projeto, destacou a mudança de paradigma no ensino local. “Este prêmio reafirma que é possível construir um trabalho sólido e transformador, rompendo de vez com a cultura do assistencialismo na primeira infância”, disse a coordenadora.



