Nova empresa de ônibus completa 1 mês em São Sebastião e é alvo de reclamações

Prefeito Felipe Augusto havia prometido uma "nova era" no transporte público da cidade, mas população denuncia super lotação, falta de itinerários e estrutura para pessoas com deficiência

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ônibus
Passageiros registram viagens com ônibus lotado (Foto: Redes Sociais)
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A Sancetur, nova empresa de ônibus de São Sebastião, completou um mês de operação neste domingo (11). A chegada da operadora foi anunciada pelo prefeito Felipe Augusto como sendo uma “nova era” no transporte público da cidade. Para usuários, no entanto, o serviço continua ruim e a insatisfação é geral.

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A maioria das reclamações diz respeito a horários e itinerários, que não atendem às necessidades. “Estou pagando três passagens porque tirou o ônibus que sai do Guaecá, às 16h30, pro Canto do Mar”, contou Edinalva Santos. “Precisamos do ônibus para o canto de Juquehy. Tem mais de 40 pessoas que utilizam esse ônibus”, disse Juliana Alexandre. “E quem trabalha até às 22h?”, questionou Anilson Silva, se referindo ao último horário da linha Centro-Boracéia. “Só muda pra pior”, avaliou ele.

Nas redes sociais, usuários cobram as melhorias prometidas. “Continuamos passando uma hora no ponto esperando ônibus. Trocou merda por merda. Como sempre, só sabem maquiar as coisas”, criticou Aline Ramos. “Tem que rever os horários da Costa Norte. Os veículos estão subindo pra escolinha e não descem na hora certa”, comentou Evanusia Spinola.

Fotos feitas pela camareira Lucia Dias, dentro de um ônibus superlotado, foram compartilhadas ao longo da semana. Segundo ela, a maioria dos usuários, que aguardavam há uma hora no ponto, não puderam embarcar porque o veículo já estava cheio. “Vou chegar atrasada ao trabalho. A população está cansada desse descaso”, publicou Lucia.

Usuários aproveitaram a última live do prefeito para cobrar promessas eleitorais. “Felipe, você prometeu na campanha que teria ônibus de Boraceia a Juquehy, passando pela Juréia, Engenho e Barra do Una. E aí?”, lembrou Norma Santana.

Pessoas com deficiência também estão enfrentando dificuldades. “Já peguei dois ônibus que não funciona o acesso do cadeirante”, contou Herbert Lima, que costuma embarcar no Arrastão. “Quase todo dia passo raiva com ônibus que não para pra mim”, lamentou ele. Outra usuária relatou o mesmo problema. “O elevador estava quebrado tanto na ida como na volta. Isso é uma sacanagem pra nós pessoas com deficiência”, disse ela.

Manutenção dos ônibus e vale-transporte

Completado o primeiro dos seis meses de contrato, a Sancetur ainda está usando a área de eventos da Rua da Praia como garagem. No local também são feitos serviços mecânicos e a limpeza dos veículos.

Manutenção dos veículos está sendo feita na Rua da Praia (Foto: Helton Romano/ NI)

O prédio da Secretaria de Segurança Urbana, locado por R$ 14 mil mensais, também foi cedido à empresa para cadastro de vale-transporte, com auxílio de funcionários da Prefeitura. Teve ainda a sala da Guarda Municipal na rodoviária, que virou guichê de atendimento da Sancetur.

As áreas e estruturas públicas oferecidas sem custo para a empresa viabilizam um lucro maior que o previsto para a Sancetur.

Sancetur está usando prédios públicos para vender passagem aos usuários (Foto: Helton Romano/ NI)

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