Abuso de velocidade aumenta 35% em Caraguatatuba

Falta do cinto de segurança e estacionar em Zona Azul também estão entre as infrações mais cometidas

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Levantamento sobre trânsito em 2019 foi feito pela prefeitura (Foto: PMC/ Divulgação)

Balanço feito pela Prefeitura de Caraguatatuba, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana e Proteção ao Cidadão, aponta que uma das principais infrações cometidas pelos motoristas que trafegam pelo município é o abuso da velocidade.

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Comparativo feito entre os primeiros seis meses de 2018 e 2019 aponta que houve um crescimento em torno de 35% nos registros de velocidade acima da média em mais de 20% até 50%, passando de 1.156 para 1.563 ocorrências.

Para quem ultrapassa a velocidade em até 20%, os números são altos e representam a maior parte das autuações. O crescimento foi em torno de 30%, sendo que no período analisado de 2018 foram 8.368 autuações, passando para 10.898 neste ano.

De acordo com o secretário de Mobilidade Urbana e Proteção ao Cidadão e vice-prefeito Capitão Campos Junior, a maior parte das multas mostra que os motoristas não respeitam o limite de velocidade, que na sua maioria é de 50 km/h dentro do trecho urbano e ainda por não respeitarem semáforos.

Estacionar na área da Zona Azul sem o pagamento do estacionamento rotativo teve um aumento de 118%, passando de 950 para 2.071, e hoje é a terceira infração mais cometida pelos motoristas.

A falta de uso de cinto de segurança também está no ranking das ocorrências mais cometidas em Caraguatatuba. Em 2018, foram 2.407 registros em seis meses e neste ano 2.777, aumento em torno de 15%. Esta é a segunda infração mais corriqueira.

Um dado interessante do levantamento é que houve uma queda no número de infrações de motoristas que utilizam o telefone celular quando estão dirigindo. Se em 2018 representava a terceira maior ocorrência com 1.424 registros, em 2019 caiu para a quinta posição com 1.279 casos, queda média de 10,50%.

Acidentes

Em 2019 o número de acidentes no trânsito saltou para 188, e janeiro a junho deste ano, sendo 61 com e 127 sem vítimas. Em 2018 foram 177 acidentes, sendo 75 com vítimas e 96 sem pessoas feridas, contra 188 d

Embora o número seja maior, na avaliação de Campos Junior houve uma queda nas pessoas feridas. “Os acidentes sem vítimas são os que ocorrem mais por falta de atenção entre os envolvidos do que uma infração mais grave”, observa.

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