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	<title>Animais Marinhos Archives - Nova Imprensa</title>
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	<description>As principais noticias do Litoral Norte de São Paulo &#124; Caraguatatuba, São Sebastião, Ilhabela e Ubatuba</description>
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	<title>Animais Marinhos Archives - Nova Imprensa</title>
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		<title>Aparecimento de caravelas e águas-vivas alerta banhistas no Litoral Norte</title>
		<link>https://novaimprensa.com/2025/12/aparecimento-de-caravelas-e-aguas-vivas-alerta-banhistas-no-litoral-norte.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Veiga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 19:05:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do verão, frequentadores das praias de Caraguatatuba, Ubatuba, São Sebastião e Ilhabela estão em alerta para a presença de caravelas-portuguesas e águas-vivas. Nessa época é maior a &#8230; </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="model-response-message-contentr_24ec218ec4ff22bf" class="markdown markdown-main-panel stronger enable-updated-hr-color" dir="ltr" aria-live="polite" aria-busy="false">
<p data-path-to-node="9">Com a chegada do verão, frequentadores das praias de <a href="https://novaimprensa.com/2025/12/justica-de-caraguatatuba-condena-homem-por-racismo-e-deboche-a-deficiencia-de-agentes-da-gcm.html">Caraguatatuba</a>, Ubatuba, São Sebastião e Ilhabela estão em alerta para a presença de caravelas-portuguesas e águas-vivas. Nessa época é maior a incidência desses animais na areia e em águas rasas.</p>
<p data-path-to-node="9">O fenômeno é justificado por biólogos como uma consequência natural da época: as correntes marítimas costeiras, somadas ao aquecimento das águas, acabam transportando os cnidários para a orla.</p>
<p style="text-align: center;" data-path-to-node="10"><strong><em><span style="color: #333399;">Siga o canal “Nova Imprensa” no WhatsApp e fique por dentro das notícias do Litoral Norte: <a href="https://whatsapp.com/channel/0029Vb3aWJl29759dfBaD40Y">https://whatsapp.com/channel/0029Vb3aWJl29759dfBaD40Y</a></span></em></strong></p>
<h3 data-path-to-node="10">Caravelas belas e perigosas</h3>
<p data-path-to-node="10">A principal preocupação das autoridades é com as crianças, que frequentemente são atraídas pelas cores vibrantes das caravelas.</p>
<p data-path-to-node="10">Diferente das águas-vivas, que geralmente são transparentes e nadam ativamente, a caravela-portuguesa (<i>Physalia physalis</i>) possui uma bolsa de ar em tons de roxo e rosa e não nada, apenas flutua sendo levada pelo vento e pelas marés.</p>
<p data-path-to-node="10">Seus tentáculos, no entanto, podem atingir metros de comprimento e carregam uma toxina potente, capaz de causar dores intensas e queimaduras mesmo após o animal estar morto na areia.</p>
<p data-path-to-node="11">Ao avistar o animal na água ou na areia, a recomendação é não entrar no mar, manter distância e alertar imediatamente um guarda-vidas.</p>
<p data-path-to-node="13">Caso ocorra o contato acidental com os tentáculos, a rapidez e a técnica correta no primeiro atendimento são determinantes para aliviar a dor e impedir o agravamento da lesão.</p>
<p data-path-to-node="13">O protocolo indicado pelos bombeiros começa pela saída imediata da água para evitar novos contatos. É fundamental que a vítima jamais esfregue a região afetada, pois o atrito rompe as cápsulas de veneno que ainda estão intactas sobre a pele, potencializando a queimadura.</p>
<p data-path-to-node="14">A limpeza do local deve ser feita exclusivamente com a própria água do mar, que ajuda a remover os tentáculos sem ativar a toxina. Em seguida, deve-se aplicar vinagre sobre a lesão, pois a substância neutraliza o veneno e alivia a dor.</p>
<p data-path-to-node="14">Caso restem pedaços do animal grudados na pele, a remoção deve ser feita com auxílio de uma pinça ou objeto similar, nunca com as mãos desprotegidas.</p>
<p data-path-to-node="15">Especialistas alertam enfaticamente sobre o erro comum de lavar a queimadura com água doce. A diferença de pH da água doce em relação à água salgada faz com que as células de veneno estourem, liberando mais toxina no corpo da vítima.</p>
<p data-path-to-node="15">Da mesma forma, receitas caseiras como urina, pasta de dente ou sabonete são contraindicadas, pois podem causar infecções e aumentar a irritação. Em situações de reações alérgicas graves, como dificuldade respiratória, vômitos ou inchaço no rosto, o banhista deve ser encaminhado com urgência ao Pronto Socorro mais próximo.</p>
</div>
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		<title>Tubarão ferido é resgatado e segue para reabilitação em Ubatuba</title>
		<link>https://novaimprensa.com/2025/10/tubarao-ferido-e-resgatado-e-segue-para-reabilitacao-em-ubatuba.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Nova Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 23:51:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (9), moradores e turistas em Ubatuba se surpreenderam ao avistar um tubarão jovem e enfraquecido perto do Cais do Porto, no bairro do Itaguá. O animal, da espécie &#8230; </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (9), moradores e turistas em <a href="https://novaimprensa.com/2025/10/ubatuba-celebra-a-51a-festa-do-morango-com-atracoes-gratuitas.html">Ubatuba</a> se surpreenderam ao avistar um tubarão jovem e enfraquecido perto do Cais do Porto, no bairro do Itaguá. O animal, da espécie tubarão-mangona, foi localizado por uma equipe do<a href="https://institutoargonauta.org/"> Instituto Argonauta</a>, após receber um chamado urgente.</p>
<p>O tubarão ainda respirava, mas apresentava sinais de fraqueza severa e dificuldades para nadar, indicando que havia passado por algum tipo de trauma ou exposição a atividades humanas, como pesca predatória. Por ser uma espécie ameaçada de extinção, seu resgate e possível recuperação ganham ainda mais importância na preservação do ecossistema marinho local.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;"><strong><em>Siga o canal “Nova Imprensa” no WhatsApp e fique por dentro das notícias do Litoral Norte:<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://whatsapp.com/channel/0029Vb3aWJl29759dfBaD40Y"> https://whatsapp.com/channel/0029Vb3aWJl29759dfBaD40Y</a></span></em></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-58164" src="https://novaimprensa.com/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-09-at-17.14.58.jpeg" alt="tubarão" width="1280" height="960" srcset="https://novaimprensa.com/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-09-at-17.14.58.jpeg 1280w, https://novaimprensa.com/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-09-at-17.14.58-768x576.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p>Após uma avaliação rápida, a equipe transportou o animal até o Aquário de Ubatuba, onde especialistas monitoram sua condição na área de quarentena. O objetivo é garantir que ele receba os cuidados necessários para tentar uma possível recuperação.</p>
<p>Veterinários e biólogos trabalham com atenção especial, pois as chances de salvar o tubarão são pequenas, sobretudo devido a sinais de baixa oxigenação causados por ferimentos de pesca.</p>
<p>O diretor do Aquário de Ubatuba, Hugo Gallo Neto, destacou a importância de ações como essa para a conservação das espécies marinhas e o combate à pesca predatória. &#8220;Estamos fazendo o possível para estabilizar o quadro do animal e oferecer as condições adequadas para sua recuperação. Cada vida salva representa um avanço na proteção dos nossos oceanos&#8221;, afirmou.</p>
<p>O episódio, segundo o Instituto, reacende o debate sobre a necessidade de proteger os tubarões, essenciais para equilíbrio do ambiente marinho, e reforça a urgência de ações que combatam a pesca predatória, uma das maiores ameaças a essas espécies.</p>
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		<title>Baleia-jubarte fica presa pela segunda vez em rede de pesca e é resgatada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Nova Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 20:43:51 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="model-response-message-contentr_6afcd198333acb0f" class="markdown markdown-main-panel enable-updated-hr-color" dir="ltr">
<p>Uma baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae) foi protagonista de um dramático resgate, ao ficar presa pela segunda vez em uma rede de pesca ilegal. A operação de salvamento foi conduzida pela equipe do <a href="https://institutoargonauta.org/new/">Instituto Argonauta</a> nas proximidades da Praia de Itamambuca, em<a href="https://novaimprensa.com/2025/07/familia-de-capivaras-e-resgatada-de-reservatorio-de-agua-em-ubatuba.html"> Ubatuba</a>. O instituto revelou que tratava-se do mesmo indivíduo já liberto em 30 de junho, apenas 17 dias antes.</p>
<p>A equipe de desemalhe composta pelos biólogos Beto Chagas, Danilo Camba, Carlos Vinicius Sarde e Felipe Domingos foi responsável pelos procedimentos de abordagem. A baleia estava enroscada em uma rede ancorada por poitas, que envolvia sua cabeça, com as extremidades se estendendo para os lados. Apesar de conseguir mergulhar e voltar à superfície para respirar, o animal permanecia confinado na mesma área, impossibilitado de seguir seu curso natural.</p>
<h3>Operação de desemalhe da baleia</h3>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-54962 size-full" src="https://novaimprensa.com/wp-content/uploads/2025/07/Copia-de-IMG_6247-scaled-e1752870081914.jpg" alt="baleia" width="1707" height="1276" srcset="https://novaimprensa.com/wp-content/uploads/2025/07/Copia-de-IMG_6247-scaled-e1752870081914.jpg 1707w, https://novaimprensa.com/wp-content/uploads/2025/07/Copia-de-IMG_6247-scaled-e1752870081914-768x574.jpg 768w, https://novaimprensa.com/wp-content/uploads/2025/07/Copia-de-IMG_6247-scaled-e1752870081914-1536x1148.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1707px) 100vw, 1707px" /></p>
<p>A boa visibilidade da água foi crucial para a equipe. Os biólogos conseguiram localizar a rede a aproximadamente sete metros de profundidade. Utilizando procedimentos que seguem protocolos internacionais de segurança e desenredamento, adaptados ao contexto brasileiro por meio de treinamentos do CMA/ICMBio e IBAMA, os cortes necessários foram efetuados.</p>
<p>Em uma ação coordenada, a baleia conseguiu se movimentar e se desvencilhar da rede, encerrando mais uma operação de salvamento bem-sucedida.</p>
<p>&#8220;Essa ação não é apenas sobre salvar um indivíduo, mas também sobre alertar para que tenhamos uma convivência mais saudável com o oceano. Que este resgate inspire mais pessoas a cuidar de nossos mares e da vida marinha&#8221;, ressaltou Danilo Camba, do Instituto Argonauta.</p>
<p>O Instituto Argonauta, fundado pelo Aquário de Ubatuba, é referência em conservação marinha no Litoral Norte de São Paulo.</p>
<p>Segundo o grupo, o alerta é que, diante de casos de baleias enredadas ou em situação de risco, a recomendação é clara: não intervir. É fundamental manter distância, evitar cercar o animal com embarcações e acionar imediatamente as autoridades ambientais ou o Instituto Argonauta, que possui o conhecimento e os equipamentos adequados para realizar o resgate de forma segura para o animal e para as pessoas.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Baleia-jubarte fica presa pela segunda vez em rede de pesca e é resgatada" width="735" height="413" src="https://www.youtube.com/embed/PnE8GrwlfHw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Barequeçaba recebe esculturas de animais marinhos na areia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Nova Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2019 22:04:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As areias da Praia de Barequeçaba, em São Sebastião, foram adornadas com diversas esculturas de animais marinhos. São reproduções em tamanho grade de tartaruga marinha, tubarão martelo, golfinhos, e que por &#8230; </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As areias da Praia de Barequeçaba, em São Sebastião, foram adornadas com diversas esculturas de animais marinhos. São reproduções em tamanho grade de tartaruga marinha, tubarão martelo, golfinhos, e que por enquanto compõem o cenário. Pelo menos até a maré subir.</p>
<p>O autor das esculturas é o sebastianense Rafael Meira, que fez as obras no centro da praia.</p>
<p>&nbsp;</p>

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